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    Enviroment

    Algumas empresas compreendem “sustentabilidade” apenas como uma palavra, desprovida de sentido mais amplo. Aquela velha história do “está todo mundo fazendo”… Para não perder a onda do momento, valem demãos de verniz verde sobre cada ação promovida pela organização. Por que, afinal de contas, separamos o lixo, economizamos energia e água em casa, e no trabalho, nem tanto? 

    Com atitudes bem básicas e verdadeiras, já conseguimos resultados bacanas na redução do impacto ambiental de nossas atividades. Confira:

    Lixos no plural
    Dois recipientes: um para seletivo, outro para orgânico. Uma coisa bem importante diz respeito ao modo como você faz uso deles. De nada adianta tê-los na cozinha se você mistura papéis com cascas de fruta na lixeira ao pé da mesa =[

    Cafezinho básico
    Nada de descartáveis. Prefira sempre xícaras, canecas e copos de materiais duráveis. Após o uso, basta lavá-los com detergente biodegradável e ponto (para você e o planeta).

    A primeira impressão é a prova
    Em publicidade e propaganda, costuma-se imprimir muito, de textos corridos a layouts para conferência. Vamos deixar as impressões ao estritamente necessário e, quando possível, aproveitar os duas faces do papel. Outra coisa legal diz respeito à reutilização. Antes de simplesmente descartar, analise a possibilidade de transformar a folha em rascunho.

    Energia que dá gosto economizar
    Não desperdice sua energia. No intervalo do meio-dia, desligue o monitor ou o próprio computador. Por menor que seja o consumo, ele existe, e cuidados como esse podem fazer uma baita diferença no fim do mês.

    O melhor fornecedor consciente que você respeita
    Procure conhecer toda a cadeia produtiva dos materiais e o nível de responsabilidade social e ambiental das empresas envolvidas. Isso também deve fazer parte da preocupação quanto à redução do impacto ambiental em nossas relações profissionais.

    Consumismo VS Publicidade
    A década de 1990 é tida como a Era do Consumismo (desenfreado). A partir dos anos 2000, isso mudou drasticamente, pois percebemos que o planeta chegou no seu limite. Doa a quem doer, a Terra não está sabendo lidar com essa situação. E isso não é um meme.

    Nos últimos anos, fábricas de todo o mundo iniciaram um processo – ainda bastante lento, mas representativo – no sentido contrário ao da grande indústria. Não precisamos consumir mais (1990), necessitamos consumir melhor. Produtos com mais durabilidade e que atendam às demandas de cada um de nós.

    Nesse contexto paradoxal, a publicidade se vê num confuso dilema: como aumentar os resultados do cliente sem, necessariamente, alavancar o consumo de seus produtos e serviços? É melhor vender quantidade ou qualidade, a fim de fidelizar pelo consumo consciente? Poucas marcas mostram coragem para inverter a lógica dominante no mercado há décadas. Mas quem, nos primeiros passos, encontrar o caminho, corre o sério risco de chegar antes e com larga vantagem.

    Para outras dicas e postagens sobre o mundo da publicidade, acompanhe nosso blog e deixe sua contribuição no Facebook. Até a próxima.

    Fontes:
    eCycle
    Exame
    CartaCapital
    Box 1824

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